Dividir comprimidos prejudica eficácia do medicamento
Estudo realizado na UEL mostra que comprimidos divididos apresentaram alteração de massa e conteúdo
A prática de dividir comprimidos ao meio, comum entre muitos brasileiros, pode comprometer a dose terapêutica indicada para o tratamento. É o que aponta uma pesquisa realizada no Laboratório de Medicamentos da Universidade Estadual de Londrina(UEL). O estudo tomou como base o ácido acetilsalicílico (AAS), analgésico e antitérmico, de 500 miligramas.
A pesquisa mostrou que comprimidos de AAS divididos apresentaram alteração de massa e conteúdo, explica a coordenador do estudo e responsável técnica do Laboratório de Produção de Medicamentos (LPM), Elisabeth Aparecida dos Santos Gianotto. O grave problema nestes casos, explica Elisabeth, que também é professora do Departamento de Ciências Farmacêuticas da UEL, é que este medicamento é produzido pela técnica de compressão direta, por isso, possui baixa dureza, quebra facilmente e esfarela.
A pesquisadora afirma que mesmo aqueles medicamentos com ranhura ao meio não garantem uma divisão eficaz. Os estudos indicam que a melhor solução é manipular a dosagem correta. Ela explica que, ao cortar o comprimido, o ativo fica exposto e pode sofrer degradação pela ação da umidade, temperatura e luz. “A reação química pode transformar o fármaco em outra substância, que não faz o mesmo efeito e pode até causar danos ao paciente”.
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