quarta-feira, 6 de março de 2013

As crianças Aprendem o que Vivenciam





Este editorial é dedicado a todos aqueles que possuem uma tarefa nobre: ser pai ou mãe.

“Nunca subestime o seu poder de ajudar a criar um futuro melhor, não apenas para seus filhos, mas para todos.

Eduque seus filhos de modo a se orgulhar em contribuir para a evolução de uma consciência que vai construir o mundo em que todos nós sonhamos viver. É necessário ter coragem e percepção para romper com os padrões negativos e destrutivos que podem tomar conta de nosso relacionamento com nossas crianças.

Precisamos optar por viver, de forma consciente e deliberada, com o propósito de criar filhos saudáveis, felizes e bem ajustados, pois as crianças aprendem o que vivenciam”.

Se as crianças vivem ouvindo críticas, aprendem a condenar.
Se convivem com a hostilidade, aprendem a brigar.
Se vivem com medo, aprendem a ser medrosas.
Se convivem com a pena, aprendem a ter pena de si mesmas.
Se vivem sendo ridicularizadas, aprendem a ser tímidas.
Se convivem com a inveja, aprendem a invejar.
Se as crianças vivem com vergonha, aprendem a sentir culpa.
Se vivem sendo incentivadas, aprendem a ter confiança em si mesmas.
Se as crianças vivenciam a tolerância, aprendem a ser pacientes.
Se vivenciam os elogios aprendem a apreciar.
Se vivenciam a aceitação, aprendem a amar.
Se vivenciam a aprovação, aprendem a gostar de si mesmas.
Se vivenciam o reconhecimento, aprendem que é bom ter um objetivo.
Se vivem partilhando, aprendem o que é generosidade.
Se convivem com a sinceridade, aprendem a veracidade.
Se convivem com a equidade, aprendem o que é justiça.
Se convivem com a bondade e a consideração, aprendem o que é respeito.
Se vivem com segurança, aprendem a ter confiança em si mesmas e naqueles que as cercam.

Se a s crianças convivem com a afabilidade e a amizade, aprendem que o mundo é um bom lugar para se viver.

Dorothy Law Nolte

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