sexta-feira, 7 de junho de 2013

Cuidado: o stress é prejudicial aos cabelos e à pele


Experimentar uma overdose de emoções uma vez ou outra não causa dano. Mas ninguém resiste ao estresse por períodos prolongados. 

Logo aparecem os primeiros sintomas de que o organismo está sendo exigido demais: queda de cabelo, olheiras, retenção de líquidos e envelhecimento precoce da pele são alguns deles. Os músculos faciais permanecem em estado de contração, o que facilita a formação de rugas de expressão.

O estresse, como é chamada a exposição prolongada a situações de alta tensão, é bastante prejudicial. Quem está muito tenso costuma sofrer de insônia. Uma das conseqüências mais imediatas é a diminuição na produção do zinco, mineral importante, que participa, por exemplo, da formação do colágeno, essencial para manter a pele firme e hidratada. Ele auxilia também na atividade da vitamina A, outro componente fundamental para uma pele saudável. Níveis baixos de zinco podem provocar ainda queda de cabelo.

Mas os prejuízos não param por aí: aumenta bastante a geração de radicais livres, um dos maiores responsáveis pelo envelhecimento celular. Eles prejudicam também a permeabilidade dos pequenos vasos capilares, promovendo edemas e contribuindo para a retenção de líquidos, que é um dos sintomas da celulite. 

Para neutralizar o excesso de radicais livres, o organismo gasta mais elementos antioxidantes, como a vitamina C, nutriente importante para uma pele saudável, porque também participa da formação do colágeno.

Sinais de alerta

Como é um órgão extremamente sensível, a pele costuma ser a primeira a indicar que algo não vai bem em nosso organismo. 

O desequilíbrio metabólico provocado por situações estressantes manifesta-se na pele de diversas maneiras: Além das marcas de expressão, mais acentuadas, ela perde o brilho, torna-se mais flácida e envelhecida, efeito direto da ação dos radicais livres. Algumas doenças, como a dermatite seborréica - descamação na testa, nariz, orelhas ou couro cabeludo (caspa) -, são desencadeadas em períodos de estresse intenso.

Os cabelos têm o seu ciclo normal de crescimento acelerado. A fase catágena, que costuma durar de uma a duas semanas, é encurtada. Os fios passam rapidamente para a telógena, quando são empurrados para fora do folículo piloso, até caírem. A alopecia areata (perda de cabelo localizada) é outra manifestação com importante componente emocional. 

O estado de alerta experimentado pelo organismo também pode fazer com que as glândulas sudoríparas trabalhem mais intensamente, causando sudorese e conseqüente perda de elementos como sódio e potássio, que normalmente ajudam a manter o equilíbrio hídrico do corpo.

Para todos os problemas existem medicamentos e produtos específicos para interromper os sintomas. 

Mas é considerado fundamental procurar interromper o ciclo do estresse, seja com psicoterapia, seja com práticas relaxantes, e, sobretudo, procurando encarar a vida com mais tranqüilidade e otimismo. Uma alimentação bem balanceada também ajuda a reequilibrar o organismo, fornecendo-Ihe o aporte necessário de vitaminas.


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