Sempre
é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela
mais do que o tempo necessário perdemos a alegria e o sentido das outras etapas
que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome
que dermos. O que importa é deixarmos no passado os momentos da vida que já se
acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu
para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem
explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu...
Pode
dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões
que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida,
serem subitamente transformadas em
pó.
Mas, ninguém pode estar ao mesmo tempo no
presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que
acontecem conosco.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo
em nosso coração e, desfazer-se de certas lembranças significa também abrir
espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar.
Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às
vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Antes de começar um capítulo novo, é
preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba,
mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a
porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era e se
transforme em quem é. Torne-se uma pessoa melhor e assegure-se de que sabe bem
quem é você mesmo, antes de conhecer alguém e de esperar que ele veja quem você
é...
Lembre-se: “Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”.
Fernando Pessoa
Ao Pharmacêutico SJC
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